roupas sujas, livros e papéis espalhados pelo quarto
no chão, uma poça de vômito negro e um caboclo sentado de pernas cruzadas balançando as costas emitindo um som boçal com a boca entreaberta e os olhos vermelhos estalados
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23 novembro, 2011
15 setembro, 2009
Alan Watts: Zen e maconha
Outro dia desses ao sair de uma sessão de meditação me deparei na banca de jornais com um livro de bolso que tinha Zen no título. Foi escrito por um cara chamado Alan Watts, abri a ficha dele na Wikipedia. Interessante essa relação do movimento gradual do Zen com a velocidade dos meios de pesquisa atuais. Às vezes até sinto que algo restringe o uso de tais meios para evitar uma sobrecarga de informações que prejudicaria o avanço no Zen.
Watts foi um dos pioneiros do Zen no ocidente, tendo escrito e traduzido diversos títulos de e sobre filosofia e religião oriental, de diversas linhas, budistas e taoístas em sua maioria, pelo que vislumbrei. Segundo a Wikipedia, Watts “também experimentou a maconha e concluiu que era uma droga psicoativa interessante e útil que dava a impressão do tempo ficar mais devagar”. Mas ele comentou sobre o uso de drogas psicodélicas: “Quando você entender a mensagem, desligue o telefone”.
http://en.wikipedia.org/wiki/Alan_Watts
Watts foi um dos pioneiros do Zen no ocidente, tendo escrito e traduzido diversos títulos de e sobre filosofia e religião oriental, de diversas linhas, budistas e taoístas em sua maioria, pelo que vislumbrei. Segundo a Wikipedia, Watts “também experimentou a maconha e concluiu que era uma droga psicoativa interessante e útil que dava a impressão do tempo ficar mais devagar”. Mas ele comentou sobre o uso de drogas psicodélicas: “Quando você entender a mensagem, desligue o telefone”.
http://en.wikipedia.org/wiki/Alan_Watts
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